Pilates: Guia Para Iniciantes

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22 Abr

Nas últimas décadas o pilates conheceu um grande sucesso e se tornou uma das atividades físicas mais procuradas. Os praticantes de pilates buscam, geralmente, mais equilíbrio e qualidade de vida através da prática de exercícios e de um estilo de vida mais saudável.

 

Uma das filosofias pregadas pelo método pilates é justamente o equilíbrio físico e espiritual, que pode ser alcançado por meio de práticas que permitem reconectar o corpo e a mente. O pilates promete uma redescoberta de si mesmo e traz muitos preceitos semelhantes aos pregados pelo yoga.

 

Quando Joseph Pilates criou a disciplina, por volta de 1920, ele se inspirou de diferentes atividades físicas e esportivas, tais quais o kung-fu, o boxe, a ginástica e o hatha-yoga. Sua idéia era oferecer um tipo de atividade física capaz de proporcionar não apenas bem-estar físico, mas também espiritual.

 

Partindo desse princípio, o primeiro objetivo do pilates é a qualidade dos movimentos e não a quantidade ou intensidade, permitindo que o praticante saia da aula revigorado após a prática.

 

Assim, aliando exercícios de força, concentração, alongamento e relaxamento,  além de manter o corpo em forma, o pilates permite manter uma conexão profunda com a mente.

 

Se você tem vontade de fazer aulas de pilates, mas não sabe por onde começar, leia nosso guia e saiba tudo sobre essa disciplina e como fazer aulas.

 

Como são as aulas de pilates?

Inspirando-se em diferentes atividades físicas, Joseph criou o método pilates como uma alternativa de atividade para pessoas com algum tipo de patologia.

O pilates é uma disciplina bastante semelhante ao yoga para iniciantes em alguns aspectos, principalmente no que se refere ao equilíbrio físico e mental. Seu criador se inspirou e buscou influências na filosofia de vida indiana e na medicina tradicional chinesa.

 

Um aspecto muito positivo do pilates é que ele trabalha diferentes grupos musculares ao mesmo tempo. Por meio de movimentos suaves e contínuos, sempre dando ênfase à concentração, os exercícios vão agir no fortalecimento e na estabilização dos músculos centrais do corpo.

 

A prática constante traz equilíbrio entre força muscular e resistência física, além de conectar o corpo à mente, proporcionando maior qualidade de vida e bem-estar. Uma aula de pilates dura em média de 45 a 60 minutos, seja uma aula em grupo ou individual. São trabalhados os músculos mais profundos do corpo, a postura através do alinhamento da coluna vertebral, assim como a respiração.

 

Baseando-se em 6 princípios fundamentais (centro de força, concentração, controle, fluidez, precisão e respiração), os exercícios de pilates têm por objetivo principal desenvolver uma tomada de consciência do próprio corpo como sendo uma extensão da mente e do espírito.

Como escolher suas aulas de pilates?

Escolher fazer aulas de pilates é uma decisão que deve ser tomada com cuidado . Além do custo elevado das aulas, muitos outros aspectos entram em jogo quando se trata de encontrar um curso que corresponda às suas expectativas.

 

O primeiro deles é a escolha do professor, pois ele é a pessoa que orientará o aluno, seja motivando ou corrigindo a postura e os movimentos. Ele é, dessa forma, a chave para a progressão do aluno.

Assim, é natural querer escolher suas aulas de pilates baseando-se nas qualificações do professor. O instrutor de pilates vai acompanhar você ao longo das sessões, logo é muito importante escolher o profissional adequado.

 

Mesmo que uma aula de pilates não dependa apenas do professor/instrutor, ele é a pedra angular do curso, pois se trata de uma disciplina bastante complexa, que necessita da presença de um profissional capacitado para ser bem executada.

 

Dessa maneira, não adianta se precipitar e escolher a primeira aula de pilates que aparecer pela frente. Antes de se inscrever em uma academia é preciso ficar atento a alguns detalhes como: a qualidade das aulas, a formação e o diploma dos professores, se o ambiente onde são dadas as aulas é adequado para a prática da disciplina, etc.

 

Se for contratar um professor particular, a vigilância deve ser a mesma. Não aceite de cara o oferta daquele que cobra mais barato, pois apesar do preço fazer uma grande diferença na hora de decidir, ele não pode ser mais importante do que a qualidade das aulas.

 

Fique atento também às diferentes modalidades de aulas. Por exemplo, se você é do tipo solitário, ou se seus objetivos são mais focados na progressão rápida do que no espírito coletivo, não hesite em procurar a ajuda de uma professor particular para fazer aulas individuais.

 

Porém, tenha em mente que esse tipo de aula é muito mais cara do que as aulas em grupo. Se você não pode investir uma soma tão alta nas aulas, mas gostaria mesmo assim de começar a praticar pilates, então a solução mais simples é fazer aulas em grupo.

 

Uma aula em grupo, quando ministrada por um professor competente, não possui menos qualidade do que uma aula individual. A maior diferença é que dependendo do número de alunos, o instrutor não poderá dar atenção especial a todos e os exercícios serão mais genéricos, de forma a agradar o maior número de pessoas.

 

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Pratique Yoga e Melhore Sua Saúde | Progel

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15 Abr

A prática da yoga é benéfica para o corpo. Essa tradição milenar da Índia está se tornando cada vez mais popular hoje. Estima-se que há mais de 2 milhões de praticantes no Brasil!

Existem muitos tipos de aulas de yoga. A escolha ideal depende dos objetivos e as possibilidades de cada um.

Hatha-Yoga, Nidra-Yoga, Ashtanga, Power Yoga… Pode-se, assim aprender yoga a qualquer idade! Se você escolher praticar uma yoga leve ou aulas mais dinâmicas, você se beneficiará disso!

Mas, e quando o corpo não segue, quando sofremos de certas patologias, é razoável recorrer à yoga e praticá-la frequentemente?

Vamos descobrir juntos, de acordo com as patologias, os riscos ou os benefícios que a yoga apresenta.

Em todos os casos, é importante ir ao médico para perguntar se você pode fazer aulas de yoga e se há restrições para fazer certas posições de acordo com seu problema.

 

Podemos fazer yoga com tendinite?

Primeiro problema benigno e muito comum: a tendinite.

Essa inflamação do tendão geralmente está relacionada a gestos repetitivos. Os atletas também estão entre aqueles facilmente suscetíveis a tendinite.

Se a tendinite não for muito grave, a base do tratamento permanece o repouso.

Entre as tendinites frequentes, estão:

– Tendinite de Aquiles,

– Pulso,

– Joelho,

– Cotovelo

– Ou o ombro.

Portanto, é óbvio que, se você sofre de tendinite, a prática de yoga deverá ser adaptada por algumas semanas para não trabalhar o tendão afetado.

Caso contrário, você poderia enfraquecer permanentemente o tendão. A tendinite pode se tornar uma condição crônica, atenção!

Peça dicas para o seu professor sobre como ajustar as posturas e praticá-las, apesar da tendinite.

 

Podemos fazer yoga com artrose?

À medida que envelhecemos, as articulações tornam-se fracas e podem levar a doenças crônicas, como a artrose.

Também chamada de osteoartrite, essa patologia ocorre quando as cartilagens das articulações são danificadas É, portanto, uma doença bastante debilitante uma vez que os pacientes têm cada vez mais dificuldades para realizar seus movimentos diários porque são cada vez mais dolorosos.

Essa doença progressiva pode levar à cirurgia e ao encaixe de próteses para substituir a articulação defeituosa (prótese do quadril, joelho…). O tratamento médico tenta controlar a dor com exercício para preservar a mobilidade do membro afetado.

Um estudo recentemente destacou os benefícios da yoga para a artrose.

O exercício é essencial para canalizar a evolução da patologia. A yoga, de fato, parece perfeita para pacientes com osteoartrite!

Posturas simples, sempre realizadas com delicadeza, oferecem benefícios reais de acordo com as capacidades dos pacientes:

– Construção muscular ao redor das articulações,

– Maior flexibilidade articular,

– Redução da dor,

– Gerenciamento de estresse e relaxamento.

 

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Fonte: https://bit.ly/2X7xui7

Bolsa Atleta Pódio: Mais Recursos Para os Atletas de Ponta

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08 Abr

Uma das principais iniciativas do Plano Brasil Medalhas foi implantar a Bolsa Atleta Pódio, instituída pela lei nº 12.395, de 16 de março de 2011. A Bolsa Pódio é uma nova categoria do programa Bolsa Atleta, com a finalidade de apoiar atletas com chances de disputar finais e medalhas olímpicas e paraolímpicas. As bolsas variam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.

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Como Ser Contemplado no Bolsa Pódio

Para ser contemplado, o atleta deve atender critérios definidos na lei, como estar situado entre os 20 melhores do ranking mundial ou na prova específica da modalidade. Após cumprir os critérios e ter sido indicado por sua confederação esportiva, em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), ou pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), o atleta precisa enviar um plano esportivo para análise dos membros do COB (ou CPB), da confederação e do Ministério do Esporte. Depois de aprovado em todas as frentes, o contemplado tem seu nome publicado no Diário Oficial.

 

Uma vez que o atleta é aprovado, passa a ter direito ao benefício por 12 meses e só ao fim desse prazo é feita a reavaliação de sua permanência.

 

Os atletas paralímpicos foram os primeiros a enviar os planos esportivos para análise e se tornaram os primeiros aprovados. Assim, em 2 de agosto de 2013, a presidenta Dilma Rousseff recebeu uma delegação de atletas do CPB no Palácio do Planalto, em Brasília, e anunciou os primeiros beneficiados com a Bolsa Atleta Pódio.

 

No ciclo Rio 2016 foram patrocinados 322 atletas, sendo 202 olímpicos e 120 paralímpicos. Com duas listas divulgadas em 2017, o programa conta, atualmente, com 239 patrocinados para o ciclo Tóquio 2020.

 

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Fonte: https://bit.ly/1ZYxZFe

Esporte Ciclismo BMX

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01 Abr

Características do esporte, regras básicas, resumo, pista, informações sobre o ciclismo BMX nas Olimpíadas, origem do esporte, curiosidades.

 

Introdução, origem e história do Ciclismo BMX

Conhecido popularmente como Bicicross, o Ciclismo BMX é um esporte de corrida com bicicletas em pistas de terra. Estas pistas (cerca de 400 metros de extensão) são irregulares, com presença de muitos obstáculos e dificuldades (lombadas, rampas, morros, curvas acentuadas, valetas e ondulações). Os ciclistas, para vencer estes obstáculos, além de agilidade e rapidez, devem dominar técnicas de manobras radicais. O vencedor de uma corrida é aquele que chega primeiro.

O ciclismo BMX surgiu na Califórnia (Estados Unidos) em 1968. Sua origem está relacionada como uma espécie de adaptação do Moto Cross para bicicletas. Nas décadas de 1970 e 1980, o esporte se espalhou pelo mundo, chegando inclusive no Brasil. A primeira federação internacional de BMX foi fundada em 1981. O primeiro campeonato mundial foi realizado em 1982, na cidade de Las Vegas (EUA). Em 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim, o ciclismo BMX fez sua estreia como esporte olímpico.

 

As bicicletas de BMX

As bicicletas utilizadas pelos ciclistas desta modalidade são específicas e possuem características adaptadas às condições das pistas. São bicicletas leves, resistentes e de pequeno porte. Geralmente possuem rodas de aro 20 e pneus apropriados para a terra. Elas possuem apenas uma marcha e um freio (roda de trás).

 

Regras básicas:

 

– O ciclista deve utilizar uma bicicleta com características determinadas pela organização da competição. Ou seja, todos devem competir com bicicletas com rodas de mesmo tamanho, além de outras características.

– Todos os ciclistas devem usar equipamentos de segurança obrigatórios como, por exemplo, capacete com protetor de boca, joelheira, luvas, tênis e roupas apropriadas. Como as quedas ocorrem com frequência neste esporte, estes equipamentos são primordiais para garantir a segurança dos ciclistas.

– A corrida deve começar numa rampa (com oito metros aproximadamente) para que os ciclistas ganhem velocidade logo no início.

– Os ciclistas não podem fazer manobras ou movimentos que derrubem propositalmente outros ciclistas.

 

Você sabia?

 

– Nos Jogos Olímpicos de 2016, Estados Unidos e Colômbia se destacaram no Ciclismo BMX. No masculino, o ouro ficou com Connor Fields, enquanto no feminino a colombiana Fabiana Pajon foi quem ganhou a medalha de ouro.

– A sigla BMX são as iniciais de Bicycle Moto Cross, sendo que a letra X faz referência ao verbo cruzar (cross).

– O maior medalhista olímpico no ciclismo BMX é o ciclista da Letônia Maris Strombergs. Ele ganhou duas medalhas de ouro, sendo uma nas Olimpíadas de 2008 e outra nas Olimpíadas de 2012.

– A organização internacional que regulamenta o esporte e organiza eventos e campeonatos é a UCI (União Ciclística Internacional), com sede na Suíça. Ela foi fundada no ano de 1900.

– As competições de ciclismo BMX (masculino e feminino) nas Olimpíadas de 2016 foram realizadas no Centro Olímpico de BMX. A pista de terra tem cerca de 400 metros de extensão.

– O termo holeshot é usado quando um cliclista termina a primeira curva da pista em primeiro lugar.

 

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Fonte: https://bit.ly/2V4ORza

Conheça o Roller Derby, Esporte Sobre Patins Que Está Dominando o Brasil

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25 Mar

Mais de 20 ligas participaram do primeiro campeonato brasileiro de Roller Derby que aconteceu este mês, no Rio de Janeiro.

 

Mais de 100 meninas de 20 ligas de todo o país participaram este mês do primeiro campeonato de Roller Derby, que aconteceu em outubro no Rio de Janeiro. Organizado por Patricia Correa, redatora do Caldeirão e derby girl nas horas vagas, as atividades começaram com um workshop de estratégias de jogo ministrado por um juiz americano e em seguida, um dia cheio de disputas, como num campeonato de verdade nos mesmo padrões dos que acontecem nos Estados Unidos.

Roller Derby é um fenômeno que vem crescendo tanto no Brasil quanto no exterior de maneira impressionante. A dinâmica do jogo tem bastante contato, mas não é um esporte agressivo, e sim de estratégia. Funciona assim: dois times se enfrentam durante 60 minutos, divididos em jogadas de dois minutos. Entre cada jogada, há um intervalo de 30 segundos. Cada time tem 14 jogadoras, cinco vão para a pista, mas apenas uma marca pontos (chamada de jammer), cada vez que consegue passar as jogadoras do time adversário. As outras quatro (chamadas de blockers) não marcam pontos, mas fazem uma barreira para dificultar a passagem da jammer do outro time e abrem brechas para facilitar a passagem da jammer do seu time.

 

Nesse jogo, os meninos só têm vez como árbitros, treinadores ou staff. Os times recebem nomes descolados como Sugar Loathe Derby Girls (Rio de Janeiro), “Wing City Angels” (Brasília) e “The Black Hearts Derby Girls” (Espírito Santo). Nas camisas, nomes divertidos que definem a identidade de cada patinadora no mundo do roller derby.

 

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Fonte: https://glo.bo/2FkJfdE

SKATEBOARD

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18 Mar

O skate é uma das modalidades de esporte radical mais praticadas do Brasil. Segundo a Confederação Brasileira de Skate, existem hoje 8,5 milhões de skatistas em território brasileiro e, de acordo com pesquisa do instituto Datafolha, um em cada dez lares brasileiros possuem no mínimo um praticante da modalidade.

Mas para entender melhor essa enorme identificação do brasileiro com o skate, precisaremos retornar às origens do esporte.

 

HISTÓRIA DO SKATEBOARD

O skate nasceu na Califórnia, em meados do final dos anos cinquenta e início dos anos sessenta. Berço de inúmeras praias em sua costa, a prática do surf já era muito difundida naquela época em meio aos californianos. Foi quando, em Los Angeles, em uma época de maré baixa e monotonia nos mares que banhavam as belas praias da cidade que um grupo de surfistas resolveu solucionar aquele problema levando as pranchas para o asfalto que se deu início a uma nova modalidade de esporte radical – na época chamado de “sidewalk surf”.

 

DIFERENTES TIPOS DE PRÁTICA DE SKATE

É imprescindível para todo amante desse esporte conhecer todos os diferentes tipos de modalidades. São as mais variadas, para todos os gostos:

 

STREET

O Street talvez seja a modalidade mais praticada, por sua flexibilidade e praticidade: você precisa apenas do skate, a rua e sua criatividade. Explorar a cidade e descobrir novos picos para andar e executar as manobras é algo especial para todos que possuem o skate na veia.

 

Atualmente, devido à alta exposição, a modalidade Street possui um campeonato profissional de nível mundial chamado Street League, do qual participam os principais atletas vindos do cenário underground de todas as partes do mundo. Entre esses astros, figura o brasileiro Luan de Oliveira, que chegou a ganhar a Street League em 2015.

 

VERTICAL

O Vertical (também chamado de Vert) é uma das modalidades mais praticadas de skateboarding, sendo que pode ser praticado em diversos lugares: bowl, half-pipe, mini ramp ou grandes rampas de skate. A prática favorita para os que gostam, literalmente, de voar com o carrinho e lugar de execução das manobras mais ousadas e perigosas como o 900º, manobra na qual o atleta – durante um aéreo bastante alto realiza um giro de 2 voltas e meia enquanto está no ar. Se habilita?

 

Ao alcançar um alto nível na prática do skate Vertical, os skatistas mais habilidosos costumam se arriscar na Megarrampa, um tipo de rampa que vem se tornando bastante popular especialmente a partir do final dos anos 90 e da qual o nosso atleta Bob Burnquist é um dos principais idealizadores, sendo inclusive Tetracampeão da Megarrampa.

 

DOWNHILL

O Downhill é a modalidade das ladeiras. Os skatistas que curtem velocidade e adrenalina optam por essa prática. Ao descer as mais inclinadas ruas de asfalto, o atleta executa manobras como slides. Mas cuidado! Geralmente para este tipo de categoria é importantíssimo estar munido de equipamentos de segurança como luvas, joelheiras, cotoveleiras e capacetes.

 

FREESTYLE

Apesar da grande mídia focar, majoritariamente, no Vert e Street, o Freestyle Skateboarding é uma das categorias mais interessantes e antigas do mundo do skateboarding. Com uma grande proximidade ao Street, podemos dizer que grande parte das manobras que se tornaram populares um dia foram testadas no Freestyle.

 

O “Estilo Livre” é caracterizado pela total falta de restrições. A criatividade é a chave para o sucesso nessa modalidade, sendo possível executar movimentos fora do padrão para o esporte radical, como manobras com o skate na vertical e virado com o shape para baixo e diferentes tipos de giro sem nem mesmo sair do lugar.

 

MANOBRAS DE SKATE

Para aqueles que estão iniciando na prática agora, a Oakley preparou um guia com as principais manobras da modalidade:

 

OLLIE

O Ollie é a manobra mais básica do skate, pois serve de base para a realização da maioria das outras manobras. Consiste em “saltar” com o carrinho, tirando ele do chão sem usar as mãos, podendo ser usado para passar por obstáculos ou até mesmo “pegar” uma beirada ou corrimão, executando a famosa manobra Grind.

O Ollie é executado da seguinte forma:

– Posicione o pé de trás exatamente no limite do tail (parte de trás do shape)

– Posicione o pé da frente no meio do shape

– Ao mesmo tempo em que chuta a pra baixo a parte de trás do shape, pule com o skate “chutando” para a frente com o pé que está no meio do shape

 

Para aqueles que ainda não possuem muita prática, o Ollie pode ser um desafio e tanto. Mas não se preocupe, após aprender o Ollie você estará pronto para elevar o nível do seu skateboarding a uma próxima etapa.

 

FLIP

O Flip é um passo depois do Ollie, e existem diferentes tipos de flip. O padrão para essas manobras é o skate executar um giro no seu eixo vertical (ou vertical e horizontal, ao mesmo tempo) durante o Ollie.

Principais tipos de flip:

– Flip

– Double Flip

– Heelflip

– Hardflip

– Varial Flip

– Kickflip

 

DROP

O Drop é um dos principais movimentos a serem aprendidos ao ‘migrar’ do skate horizontal para o vertical. Basicamente, “dropar” é o movimento necessário para partir de uma extremidade da rampa ou bowl para a execução das manobras no pico.

É necessário perder o medo de soltar o peso do corpo e confiar no skate para não cair enquanto está “dropando”. Como pode ser executada em rampas e picos de diferentes alturas, o Drop pode ser uma manobra de alta adrenalina e de certo risco, ocasionalmente.

 

MANUAL

Uma das manobras mais famosas do Street, derivada do Freestyle. Consiste no equilíbrio do skatista enquanto anda com o skate apoiado na parte traseira do carrinho – ou frontal, no caso do Front Manual.

 

VARIAL/SHOVE-IT

Enquanto no Flip o skate executa um giro vertical, no shove-it o carrinho executa um giro 180º, sem o atleta pular ou sair muito do chão.

Já no Varial, o skatista precisa executar o mesmo giro 180º do shove-it, porém durante o Ollie. Este movimento também é conhecido como Pop Shove-It.

 

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Fonte: https://bit.ly/2FfGImb

 

O que é parkour?

11 Mar

Criado na França nos anos 1980, é inspirado em técnicas de salvamento e fugas de emergência performadas por bombeiros.

A palavra é um jeito diferente de escrever parcours – “percurso” em francês. O objetivo do parkour é se deslocar de um ponto a outro (daí o nome) de modo rápido e direto, sem desviar de obstáculos como muros, vãos ou carros. Eles devem ser transpostos com manobras que envolvem saltos, escaladas e nenhum equipamento além do próprio corpo. O espaço ideal para a prática é a paisagem urbana.

Não há um consenso sobre se o parkour é um esporte ou uma forma de expressão corporal. As manobras utilizam técnicas da ginástica olímpica e de artes marciais, mas não existe nenhuma pontuação nem competição entre os traceurs (praticantes).

O parkour surgiu na França, nos anos 1980. O pioneiro David Belle, criado em uma família de bombeiros, se inspirou em técnicas de salvamento e fuga de emergências. Para não hesitar e cometer erros potencialmente fatais, o traceur precisa aprender a controlar o medo. “O preparo mental é tão importante quanto o físico”, diz Eduardo Bittencourt, do grupo Le Parkour Brasil, fundado em 2004.

Ágeis e destemidos – Conheça algumas das principais manobras do parkour

ESCALADA

Feita em paredes e muros. O traceur deve ser ágil e atingir o obstáculo com o corpo em alta velocidade, e usar um dos pés em uma boa altura para dar o impulso vertical. Um muro de três metros pode ser escalado em um segundo.

BIG JUMP

Trata-se de um salto dado de qualquer lugar muito alto (acima de 3 metros de altura). Pode ser também um salto muito longo em distância. A queda, para amortecer o impacto, deve ser seguida de uma cambalhota ou do uso das mãos como apoio. Como em todas as manobras, aqui é também importante cair com a ponta dos pés, para não forçar muito o corpo.

TIC TAC

Nesta manobra, o traceur deve chutar um obstáculo para ganhar impulso suficiente para ultrapassar outro que esteja em seu caminho. Geralmente é realizado em paredes, mas pode ser feito em postes, lixeiras, árvores ou qualquer outro elemento que lhe dê apoio e o ajude a ganhar altura.

SALTO DE PRECISÃO

Uma manobra que exige muito controle: o praticante deve saltar de um ponto a outro e ficar estático na aterrissagem – isso porque ela acontece em lugares onde cair para a frente ou para trás significa um tombo muito feio. Geralmente é treinado em obstáculos baixos para depois ser praticado em lugares mais perigosos.

CAT LEAP

Muitas vezes é usado quando o traceur deveria fazer um salto de precisão, mas a distância impede que ele chegue com os pés ao outro obstáculo. Um dos pés bate primeiro na parede, para absorver um pouco do impacto, e uma das mãos é colocada em seguida, em questão de uma fração de segundo.

KING KONG VAULT

Consiste na transposição de um obstáculo usando as mãos para impulsionar o corpo – como um gorila faria. É um tipo de vault (salto com as mãos) mais usado quando o atleta está em alta velocidade e com o corpo de frente para o obstáculo. Ajuda a alcançar longas distâncias.

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Fonte: https://bit.ly/2EVAPdS

 

AS MULHERES, O FUTEBOL E O FIM DO PRECONCEITO

progel
04 Mar

A bola para o menino, boneca para a menina. O preconceito com o futebol feminino começa mais cedo do que imaginamos.

 

Mesmo com os incentivos que a modalidade tem tido, o desenvolvimento da categoria ainda é embrionário. A falta de formação e a pouca aposta dos clubes é outro ponto crucial, a falta de condições de treino e de instalações é outra. É necessário uma maior aposta na qualidade das instalações desportivas para apoiar o futebol feminino, pois, terá que existir sempre uma separação na partilha de balneários.

 

As diferenças do futebol feminino para o masculino ainda são abismais nesta fase, começando pelo futebol de formação até ao futebol profissional.

 

O preconceito existe.

 

Há quem diga que mulher não entende nada de futebol, não conhece as regras e a filosofia de jogo, que vão aos jogos para ver os jogadores masculinos, que o seu lugar é em casa.

Longe vão os tempos em que os estádios e campos de futebol eram preenchidos exclusivamente por homens, felizmente hoje a moldura humana num estádio e num campo, está repleta de mulheres, a sua presença é algo completamente normal. Das bancadas para o relvado foi um passo.

 

Hoje já temos equipas femininas em vários escalões da formação, campeonatos distritais e nacionais, europeus, mundiais, Liga dos Campeões, etc.

A posição da mulher do futebol veio para ficar e está em crescendo. É verdade que ainda falta caminhar muito para atingir a igualdade em todos os sentidos, mas estamos no bom caminho e a luta está a ter resultado.

 

Citando a diretora do departamento de futebol feminino da FIFA, Sarai Bareman:

A dirigente enalteceu “o momento fantástico” que o futebol feminino vive em Portugal. É tempo de mostrarem o que é possível para Portugal, em 2017/2018 contam-se 8721 praticantes femininos nas modalidades de Futebol e Futsal.

 

“Vimos isso na equipa masculina e para a equipa feminina diria para acreditar a cem por cento em si mesma, na sua capacidade, na sua paixão, para se aplicar ao máximo e dar cem por cento do primeiro ao último minuto. Que as jogadoras acreditem nelas próprias”

 

“É importante usar este momento para desenvolver o futebol feminino ao nível dos clubes e das suas camadas jovens”, disse, sublinhando a premência da criação de mais academias.”

 

Finalmente, a dirigente da FIFA vincou a sua convicção de ver um dia o futebol feminino atingir uma maior igualdade salarial com o futebol masculino, ao salientar os crescentes movimentos pela igualdade de condições entre géneros e que o futebol não deve viver ‘divorciado’ do mundo empresarial.

“Se há mulheres que estão a jogar futebol todos os dias, a darem o máximo e a fazerem do futebol a sua vida, então precisam de ser valorizadas pelo que estão a fazer. É importante que o seu salário reflita isso”

 

“UM DIA, AS MULHERES IRÃO GANHAR O MESMO QUE OS HOMENS NO FUTEBOL”

Bem-vindas ao mundo do futebol e ao Futebol de Formação, o futebol ganha com a vossa presença.

 

Neste DIA DA MULHER, o a Progel deseja um dia feliz e endereça os parabéns a todas as mulheres!

Confira mais artigos sobre esportes em nosso blog: https://progelsports.com.br/

 

Fonte: https://bit.ly/2Ud5CYJ

Como escolher as luvas de boxe?

progel
25 Fev

Praticar artes marciais envolve um duelo de golpes, um conjunto de movimentos de pernas perfeito, um bom soco, precisão em suas defesas, aptidão física e determinação, força da mente bem focada para nocautear seu oponente e bastante concentração e tática.

Todos os esportes de combate e artes marciais hoje em dia requerem equipamentos esportivos específicos. O Taekwondo requer o uso de um Dobok, Aikido, Karatê, Kung Fu, Judê ou jiu-jitsu de se vestir um quimono.

 

Escolha suas luvas de boxe de acordo com seu nível de prática

Ideal para a prática esportiva, muito importante para relaxar, desenvolver bem seus movimentos e para a autoconfiança, o boxe exige escolher luvas de acordo com seu nível e o uso que fará disso.

Se sua prática for apenas de uma vez por semana – o que é melhor que nada – ou mais esporadicamente, luvas de boxe de baixa qualidade serão suficientes, enquanto que os competidores exigirão um produto de maior alcance e acabamento. Escolher boas luvas quando você é profissional é uma das chaves para ganhar!

Em essência, a frequência de uso determinará muito o preço, o acabamento e a durabilidade do par de luvas: um par de material sintético, como um modelo de entrada, de cerca de R$75 vai durar muito menos que um par deboas luvas de couro que custaram R$200.

A qualidade dos materiais também é uma variável de ajuste na escolha de suas luvas de boxe.

As luvas para boxeador iniciante são fabricadas de forma industrial. Estes serão imitação de couro e PU preto, branco, cinza, todas as cores (as luvas coloridas são um grande sucesso por todo o mundo).

PU é uma sigla para poliuretano, um polímero resistente a rasgos que pode ser muito elástico.

Eles serão, portanto, muito menos caros e tem menos qualidade do que luvas de boxe profissional, que às vezes são feitas à mão e com couro real. Mas não existe necessidade de você ter luvas muito superiores quando sua prática não é tão focada.

Os boxeadores de nível médio podem olhar no meio do caminho, já com as luvas de boxe de melhor acabamento e materiais, contando com costuras reforçadas ou espuma acolchoada.

 

Escolha seu par de luvas por tamanho e peso

Finalmente, o último critério a lembrar na escolha do tipo de luvas: tamanho de acordo com seu peso.

À primeira vista, e quando você não sabe tanto sobre aula boxe, aula de muay thai ou aula de boxe tailandês ou ainda, aula de aeroboxe, a nova tendência das academias, alguém pensaria que todas as luvas de boxe são padrão, universal.

No treinamento esportivo, uma luva muito grande irá diminuir os movimentos.

No entanto, eles se adaptam de acordo com o peso do usuário: o tamanho de uma luva de proteção é indicado em Oz, uma onça em português. Essa medida é utilizada por todo o mundo e ajuda a unificar a compreensão desse equipamento. Uma onça é igual a 28,35 gramas. O Oz representa o peso da luva e, com isso, o nível de sua proteção.

Como resultado, entende-se que quanto maior for o tamanho, maior será o preenchimento e maior será a proteção.

Os tiros de um boxeador pesado (mais de 85 kg) com luvas muito pequenas serão muito difíceis, mas o campo de guarda (proteção) será menor.

Mas, por outro lado, as luvas que são muito grandes retardam a velocidade dos movimentos e os tornam ineficazes.

É por isso que existem diferentes tamanhos, dependendo do peso do usuário.

 

Quais são as marcas de luvas de boxe?

Pode-se pensar que, tal como o guitarrista iniciante que aprende os primeiros acordes, não é a qualidade do material que tem o impacto maior, mas a habilidade do músico.

Não faça questão em ter o Fender Stratocaster de Jimi Hendrix para aprender a tocar violão.

Everlast é uma das referências no campo do boxe. Mas existem várias outras por aí.

Aqui estão as marcas mais comuns de luvas:

 

Adidas,
Bad boy,
Century,
Champboxing,
Domyos,
Elion,
Everlast,
Fairtex,
Hayabusa,
Kwon,
Metal Boxe,
Montana,
Naja,
Opro,
Reyes,
RDX Sports,
Ringhorns,
Rinkage,
Rumble,
Shock doctor,
Tapout,
Twins,
Venum.

Novamente, a diferença entre as marcas será baseada no uso de luvas, na sua prática e em quanto você está disposto a investir nesse tipo de equipamento.­

 

Luvas de boxe são caras?

Todas as marcas oferecem todos os tipos de luvas: luvas de treinamento, luvas de socos, luvas para sparring, luvas de boxe profissionais.

Prestar atenção no equipamento esportivo faz muita diferença, você só precisa entender as diferenças entre eles.

 

Luvas de treinamento e iniciação: cerca de R$75

 

No geral, as suas luvas de iniciação são compostas de espuma moldada flexível com revestimento de couro sintético para absorver os golpes, e fechamento em velcro. Não é preciso muito mais do que isso para os boxeadores novatos nos seus primeiros golpes.

 

Luvas de boxe de gama média : em torno de R$120

 

Para uma prática regular de treino de boxe, muay thai ou boxe tailandês , será necessário concordar em pagar um pouco mais caro, especialmente para evitar a necessidade de renovar o estoque do seu equipamento com muita frequência.

Encontramos nesta gama as marcas Everlast, Venum, Metal Boxing, Montana ou Adidas.

Elas podem ser feitas de couro sintético e incluir vários estofos extras na palma e metacarpo. Serão adequadas para treinamento regular, sem ser um campeão do mundo do boxe, mas já entregam mais conforto durante a prática.

 

Luvas profissionais de ponta: no mínimo R$200

 

Aqui estão as melhores luvas para aulas de boxe, aula de muay thai, boxe tailandês, etc. Altamente resistentes à pressão, são projetados para boxeadoress de alto nível.

O revestimento pode ser feito de couro superior, o que permite que a luva seja durável. Um tipo de luvas de alto padrão pode ser aprovadas pelas maiores federações para uso nos Campeonatos Mundiais e no Campeonato Europeu de Combate de Boxe. Obviamente os investimentos também, são superiores

 

Acessórios complementares

 

Finalmente, depois de escolher suas melhores luvas de acordo com o seu gosto – a cor e estética também importam – é recomendado o uso de bandagens ou luvas para proteger melhor suas mãos e limitar o alcance da transpiração dentro do equipamento. Procure boas marcas e faça a troca de tempos em tempos, além de realizar a higiene correta após os usos.

O seu investimento precisa ser bem pensado, já que você precisa de bons equipamentos, mas sempre de acordo com o que espera do esporte. Seria como ser um pianista aprendiz e com pouco espaço em casa que decide ter um piano de cauda de milhares de reais logo na primeira aula. Falta compatibilidade com a realidade, não é mesmo?

 

Após tanto preparo e treinamento você não pode deixar de ter o PROGEL em sua mochila pós treino para aliviar dores musculares.

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Fonte: https://bit.ly/2tuVD5d

Aula de natação: Confira os Principais Benefícios para Saúde

pro gel
18 Fev

A natação é um dos esportes mais recomendados e completos que existem. Uma das grandes vantagens de fazer aula de natação é que essa é uma modalidade sem impacto, ou seja, não coloca em risco ossos e articulações e pode ser feita por praticamente todas as pessoas, desde bebês e grávidas até idosos.

 

Além de auxiliar na perda de calorias, a natação também ajuda a fortalecer os músculos e ampliar a capacidade respiratória, mas esses não são os únicos benefícios do esporte. Se você está pensando em fazer aula de natação, não deixe de conferir a lista de benefícios a seguir!

 

8 principais benefícios de uma aula de natação

Antes de conhecer os principais benefícios desse esporte aquático praticado por milhões de pessoas no mundo todo, a Rebeca Pugliese, professora de natação da Ecofit, tem uma dica muito importante para dar:

 

“A natação é um esporte relativamente simples, mas a supervisão de um profissional é essencial em qualquer atividade. Passar por uma boa avaliação física e fazer aquecimento e alongamento antes de cair na piscina é essencial. Além disso, somente com a supervisão de um profissional em uma aula de natação você poderá aprender todos os fundamentos e tirar melhor proveito do esporte.”

 

  1. Estimula a perda de peso

A natação é excelente para auxiliar na perda de peso. “Se esse for o seu objetivo, é recomendado fazer aula de natação pelo menos duas vezes por semana e as sessões devem ser intensas”, afirma Rebeca Pugliese, professora de natação da Ecofit.

 

Quem está fora de forma deve começar aos poucos até criar mais resistência e poder aumentar a intensidade do exercício.

 

  1. Aprimora o sistema respiratório

Muitas pessoas não sabem, mas os pulmões são órgãos elásticos que podem contrair e expandir. Sua contração e expansão dependem dos músculos localizados na parede torácica. A natação é um esporte que fortalece esses músculos e também dilata os brônquios, aprimorando o sistema respiratório e aumentando a oxigenação.

 

O esporte é altamente indicado para os asmáticos, já que sua capacidade respiratória melhora significativamente e o ambiente da piscina ainda ajuda a evitar crises.

 

  1. Fortalece as articulações

Uma boa aula de natação ajuda a fortalecer as articulações. Isso ocorre porque a modalidade aumenta os músculos de tamanho e estes, por sua vez, protegem com mais eficácia os tendões e os ligamentos.

 

Além disso, como você já sabe, a natação é um esporte sem impacto. “A água é responsável por eliminar esse impacto, tornando a modalidade mais indicada para quem tem problemas nas articulações”, diz a professora. “Quem faz corrida, por exemplo, sofre muito mais impacto do que quem nada. A natação também lubrifica o interior das articulações e ajuda a aliviar dores causadas por doenças como artrose e artrite”, completa.

 

  1. Desenvolve os músculos

Um dos poucos esportes que trabalham todos os grupos musculares é a natação. Como a água é 12 vezes mais densa do que o ar, para que o nadador se movimente debaixo d’água, deve fazer uma força maior e é aí que ocorre o trabalho de resistência, o princípio básico da tonificação e do desenvolvimento muscular.

 

Tórax, braços, pernas, glúteos, tronco e abdômen são igualmente fortalecidos durante uma aula de natação.

 

  1. Reduz o risco de diabetes tipo 2

Os exercícios aeróbios como a natação são ótimos para reduzir os riscos de diabetes. Uma aula de natação intensa pode queimar até 700kcal, o que diminui o risco de contrair diabetes do tipo 2 em até 10%.

 

  1. Melhora a saúde do coração

“Quando uma pessoa está nadando, os movimentos musculares associados ao trabalho respiratório fortalecem a musculatura do coração”, explica Rebeca Pugliese. “Consequentemente, a gordura presente no órgão é eliminada, tornando-o mais forte e vital”, conclui.

 

Assim, nadar diminui consideravelmente a incidência de doenças cardiovasculares, uma vez que torna o órgão mais capaz de bombear sangue pelo corpo.

 

  1. Promove a circulação

Uma aula de natação com duração de 30 a 40 minutos, se realizada duas vezes por semana, ajuda a melhorar a circulação sanguínea devido ao trabalho dos músculos sob a pressão da água, facilitando o transporte de oxigênio e nutrientes para os órgãos e células e, assim, melhorando a saúde global.

 

  1. Diminui o stress

Um dos grandes males da sociedade moderna é o stress. “As atividades físicas liberam endorfina, o hormônio do bem-estar, responsável por proporcionar sensações de relaxamento e felicidade”.

 

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