Esporte Ciclismo BMX

progel
01 Abr

Características do esporte, regras básicas, resumo, pista, informações sobre o ciclismo BMX nas Olimpíadas, origem do esporte, curiosidades.

 

Introdução, origem e história do Ciclismo BMX

Conhecido popularmente como Bicicross, o Ciclismo BMX é um esporte de corrida com bicicletas em pistas de terra. Estas pistas (cerca de 400 metros de extensão) são irregulares, com presença de muitos obstáculos e dificuldades (lombadas, rampas, morros, curvas acentuadas, valetas e ondulações). Os ciclistas, para vencer estes obstáculos, além de agilidade e rapidez, devem dominar técnicas de manobras radicais. O vencedor de uma corrida é aquele que chega primeiro.

O ciclismo BMX surgiu na Califórnia (Estados Unidos) em 1968. Sua origem está relacionada como uma espécie de adaptação do Moto Cross para bicicletas. Nas décadas de 1970 e 1980, o esporte se espalhou pelo mundo, chegando inclusive no Brasil. A primeira federação internacional de BMX foi fundada em 1981. O primeiro campeonato mundial foi realizado em 1982, na cidade de Las Vegas (EUA). Em 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim, o ciclismo BMX fez sua estreia como esporte olímpico.

 

As bicicletas de BMX

As bicicletas utilizadas pelos ciclistas desta modalidade são específicas e possuem características adaptadas às condições das pistas. São bicicletas leves, resistentes e de pequeno porte. Geralmente possuem rodas de aro 20 e pneus apropriados para a terra. Elas possuem apenas uma marcha e um freio (roda de trás).

 

Regras básicas:

 

– O ciclista deve utilizar uma bicicleta com características determinadas pela organização da competição. Ou seja, todos devem competir com bicicletas com rodas de mesmo tamanho, além de outras características.

– Todos os ciclistas devem usar equipamentos de segurança obrigatórios como, por exemplo, capacete com protetor de boca, joelheira, luvas, tênis e roupas apropriadas. Como as quedas ocorrem com frequência neste esporte, estes equipamentos são primordiais para garantir a segurança dos ciclistas.

– A corrida deve começar numa rampa (com oito metros aproximadamente) para que os ciclistas ganhem velocidade logo no início.

– Os ciclistas não podem fazer manobras ou movimentos que derrubem propositalmente outros ciclistas.

 

Você sabia?

 

– Nos Jogos Olímpicos de 2016, Estados Unidos e Colômbia se destacaram no Ciclismo BMX. No masculino, o ouro ficou com Connor Fields, enquanto no feminino a colombiana Fabiana Pajon foi quem ganhou a medalha de ouro.

– A sigla BMX são as iniciais de Bicycle Moto Cross, sendo que a letra X faz referência ao verbo cruzar (cross).

– O maior medalhista olímpico no ciclismo BMX é o ciclista da Letônia Maris Strombergs. Ele ganhou duas medalhas de ouro, sendo uma nas Olimpíadas de 2008 e outra nas Olimpíadas de 2012.

– A organização internacional que regulamenta o esporte e organiza eventos e campeonatos é a UCI (União Ciclística Internacional), com sede na Suíça. Ela foi fundada no ano de 1900.

– As competições de ciclismo BMX (masculino e feminino) nas Olimpíadas de 2016 foram realizadas no Centro Olímpico de BMX. A pista de terra tem cerca de 400 metros de extensão.

– O termo holeshot é usado quando um cliclista termina a primeira curva da pista em primeiro lugar.

 

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O que é parkour?

11 Mar

Criado na França nos anos 1980, é inspirado em técnicas de salvamento e fugas de emergência performadas por bombeiros.

A palavra é um jeito diferente de escrever parcours – “percurso” em francês. O objetivo do parkour é se deslocar de um ponto a outro (daí o nome) de modo rápido e direto, sem desviar de obstáculos como muros, vãos ou carros. Eles devem ser transpostos com manobras que envolvem saltos, escaladas e nenhum equipamento além do próprio corpo. O espaço ideal para a prática é a paisagem urbana.

Não há um consenso sobre se o parkour é um esporte ou uma forma de expressão corporal. As manobras utilizam técnicas da ginástica olímpica e de artes marciais, mas não existe nenhuma pontuação nem competição entre os traceurs (praticantes).

O parkour surgiu na França, nos anos 1980. O pioneiro David Belle, criado em uma família de bombeiros, se inspirou em técnicas de salvamento e fuga de emergências. Para não hesitar e cometer erros potencialmente fatais, o traceur precisa aprender a controlar o medo. “O preparo mental é tão importante quanto o físico”, diz Eduardo Bittencourt, do grupo Le Parkour Brasil, fundado em 2004.

Ágeis e destemidos – Conheça algumas das principais manobras do parkour

ESCALADA

Feita em paredes e muros. O traceur deve ser ágil e atingir o obstáculo com o corpo em alta velocidade, e usar um dos pés em uma boa altura para dar o impulso vertical. Um muro de três metros pode ser escalado em um segundo.

BIG JUMP

Trata-se de um salto dado de qualquer lugar muito alto (acima de 3 metros de altura). Pode ser também um salto muito longo em distância. A queda, para amortecer o impacto, deve ser seguida de uma cambalhota ou do uso das mãos como apoio. Como em todas as manobras, aqui é também importante cair com a ponta dos pés, para não forçar muito o corpo.

TIC TAC

Nesta manobra, o traceur deve chutar um obstáculo para ganhar impulso suficiente para ultrapassar outro que esteja em seu caminho. Geralmente é realizado em paredes, mas pode ser feito em postes, lixeiras, árvores ou qualquer outro elemento que lhe dê apoio e o ajude a ganhar altura.

SALTO DE PRECISÃO

Uma manobra que exige muito controle: o praticante deve saltar de um ponto a outro e ficar estático na aterrissagem – isso porque ela acontece em lugares onde cair para a frente ou para trás significa um tombo muito feio. Geralmente é treinado em obstáculos baixos para depois ser praticado em lugares mais perigosos.

CAT LEAP

Muitas vezes é usado quando o traceur deveria fazer um salto de precisão, mas a distância impede que ele chegue com os pés ao outro obstáculo. Um dos pés bate primeiro na parede, para absorver um pouco do impacto, e uma das mãos é colocada em seguida, em questão de uma fração de segundo.

KING KONG VAULT

Consiste na transposição de um obstáculo usando as mãos para impulsionar o corpo – como um gorila faria. É um tipo de vault (salto com as mãos) mais usado quando o atleta está em alta velocidade e com o corpo de frente para o obstáculo. Ajuda a alcançar longas distâncias.

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8 MELHORES DESTINOS PARA PULAR DE PARAQUEDAS NO BRASIL

paraquedas
25 Jan

Repleto de paisagens de tirar o fôlego, muita diversidade cultural e, claro, com um povo acolhedor e cativante, o Brasil é cheio de destinos turísticos incríveis.

E, para quem quer ir além e unir tudo isso com esportes radicais, o nosso país também tem muito a oferecer.

Para que você conheça alguns lugares perfeitos, que unem beleza natural e adrenalina, contamos com o auxílio do paraquedista profissional Humberto Siqueira Nogueira.

E logo abaixo você descobre os melhores destinos tanto para curtir a paisagem quando para saltar de paraquedas. Confira só!

paraquedismo

1. Foz do Iguaçu (PR)

Conhecer esse local que marca a fronteira de três países e conta com uma paisagem natural incrível, as Cataratas do Iguaçu.

Do chão já é uma experiência inesquecível.

E se você é um viajante que vai além e busca roteiros diferentes, imagine então admirar tudo isso dos céus?

Saltando de paraquedas em Foz do Iguaçu você faz exatamente isso!

2. Manaus (AM)

A Amazônia é uma das riquezas naturais mais importantes não apenas do Brasil, mas do mundo.

Com uma floresta extensa, recortada por rios e dotada de fauna e flora exuberantes, é um destino perfeito para quem adora aventura e ar puro.

Além disso, ao saltar de paraquedas na capital do Amazonas, você tem uma visão perfeita de toda essa beleza natural, olhando do alto a floresta e os rios Negro e Solimões.

3. João Pessoa (PB)

João Pessoa é conhecida por suas praias, em especial as de Tambaú, Cabo Branco e Bessa, que contam com água cristalina, clima agradável e a hospitalidade típica do povo paraibano.

Essa união de condições climáticas perfeitas, geografia cativante e muita beleza das praias pode ser admirada melhor ainda em um salto de paraquedas no famoso aeroclube de João Pessoa, com uma área de 300.000 m².

4. Resende (RJ)

O município de Resende, no estado do Rio de Janeiro, pode não ser um dos mais famosos do estado.

Mas ele é um destino muito procurado por quem gosta de roteiros diferentes e busca aventuras fora do padrão.

O principal atrativo da região é o Parque Nacional do Itatiaia, que conta com o Pico das Agulhas Negras, um dos morros mais elevados do país.

E se você pensou que uma forma incrível de admirar a natureza do parque é saltando de paraquedas, então acertou!

5. Rio de Janeiro (RJ)

A Cidade Maravilhosa, claro, não poderia ficar de fora desta lista.

Diverso e encantador em quase todos os aspectos, o Rio de Janeiro tem muitas atrações turísticas: Cristo Redentor, Pão de Açúcar, o Estádio do Maracanã, as praias do Leblon, Ipanema e Copacabana…

Isso para citar apenas alguns.

Todos esses lugares já são lindos vistos do chão, e quando admirados do alto ganham ainda mais beleza.

Então, se você tiver a possibilidade de saltar de paraquedas na terra da Garota de Ipanema, aproveite-a!

6. Fernando de Noronha (PE)

O arquipélago com 21 ilhas de Fernando de Noronha conta com algumas das praias mais bonitas de todo o planeta.

Por isso, é destino quase obrigatório para quem deseja conhecer tudo que o Brasil tem a oferecer em termos de turismo.

E assim como no Rio de Janeiro, tudo fica ainda mais bonito visto do alto, em um salto de paraquedas.

7. Ilha do Mel (PR)

Com vegetação de Mata Atlântica, 35 quilômetros de litoral e bastante isolada (para chegar à península é preciso pegar um barco), a Ilha do Mel é um destino perfeito para quem quer tranquilidade, contato com a natureza e vistas belíssimas.

Mas para garantir que o passeio não acabe se tornando monótono, a ilha também conta com diversas opções de esportes radicais – entre eles, claro, o paraquedismo!

 

8. Boituva (SP)

Diferentemente dos outros destinos aqui da lista, no caso de Boituva o salto de paraquedas não é apenas uma das alternativas de lazer que a viagem oferece; ele é a atração principal.

A cidade abriga o Centro Nacional de Paraquedismo e é referência internacional na prática.

Além de 16 escolas de paraquedismo, Boituva ainda conta com uma ótima estrutura de restaurantes, parques, lojas de equipamentos e saltos disponíveis durante praticamente o dia todo.

É nessa cidade que atletas como Humberto Siqueira Nogueira e equipes de paraquedismo como a Flying Around treinam para trazer recordes nessa categoria para o país.

Esses são alguns destinos que por si só já rendem uma viagem inesquecível por maravilhas do Brasil e que, ao incluir o salto de paraquedas, ficam ainda mais especiais e memoráveis!

Já pulou de paraquedas? Conta pra gente como foi nos comentários!

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